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Guerreiros Guinchos atende obras com locação de guindastes

Com base em Itabuna (BA), a Guerreiros Guinchos oferece locação de guindastes, munck e empilhadeiras, além de remoção de veículos, com plantão 24 horas e atendimento em todo o Brasil.

28/09/2026 às 10h48
Por: Redação Fonte: Agência Dino
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A Guerreiros Guinchos, empresa com base fixa em Itabuna (BA), atua na locação de guindastes, caminhões munck e empilhadeiras na remoção de veículos leves e pesados. Segundo a empresa, o serviço de Guinchos 24 horas funciona todos os dias, com plantão para chamados de emergência e atendimento em todo o território nacional.

De acordo com as informações publicadas pela empresa, a operação reúne duas frentes: a locação de equipamentos para movimentação de cargas em pátios e obras e o socorro a veículos em rodovias. A Guerreiros Guinchos afirma que cada equipamento sai do pátio revisado e que as equipes vão a campo preparadas para operações de carga pesada. Os registros divulgados pela empresa mostram atuação em içamento de estruturas de concreto, apoio a obras de pontes, transporte de carga e içamento em tandem, com dois guindastes operando em conjunto. Para motoristas e transportadoras que circulam pelo Centro-Oeste, o serviço de Guincho 24 horas em Cuiabá pode contribuir para o planejamento do que fazer em casos de pane ou acidente em rodovia.

O contexto do setor da construção, um dos segmentos atendidos por esse tipo de serviço, é apresentado na Sondagem Indústria da Construção, publicada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento, realizado com 313 empresas entre 1 e 11 de setembro de 2026, aponta que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Construção caiu 1,7 ponto em setembro, passando de 47,2 para 45,5 pontos, o vigésimo primeiro mês consecutivo de falta de confiança dos empresários do setor.

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Emerson, CEO da Guerreiros Guinchos, avalia que os dados refletem um cenário em que as empresas da construção tendem a planejar com mais cautela o uso de equipamentos pesados. Segundo o especialista, "Quando a confiança do setor cai, as construtoras passam a olhar com mais atenção para cada custo da obra, e a movimentação de carga é um deles. Nesse momento, a decisão sobre como ter acesso a guindastes, munck ou empilhadeiras passa a depender do tamanho da obra, do tempo de uso e da estrutura que a empresa já tem. O que não muda é a exigência de segurança, porque uma operação de içamento mal planejada gera atraso e risco para toda a equipe."

No modelo descrito pela empresa, as empilhadeiras são voltadas à movimentação de cargas dentro de pátios e obras, enquanto guindastes e munck atendem cargas pesadas, com operação feita por equipe própria. Os números apresentados no relatório da CNI mostram que a Utilização da Capacidade Operacional (UCO) da construção recuou 1,0 ponto percentual em agosto, para 65%, a segunda queda consecutiva. O indicador ficou 1,0 ponto abaixo do registrado em agosto de 2025, de 66%, mas acima da média histórica para os meses de agosto, de 63%.

Além disso, o estudo aponta que o índice de evolução do nível de atividade recuou 2,6 pontos entre julho e agosto de 2026, de 47,3 para 44,7 pontos, e que o índice de evolução do número de empregados caiu 2,5 pontos, de 48,3 para 45,8 pontos, igualando o menor resultado para o mês desde 2017. Dados apontam ainda que os quatro índices de expectativa para os próximos seis meses ficaram abaixo de 50 pontos em setembro, com a maior queda no índice de compras de insumos e matérias-primas, que passou de 50,1 para 45,8 pontos.

A pesquisa afirma que o índice de intenção de investimento da construção recuou 2,7 pontos em setembro, de 42,4 para 39,7 pontos, o menor valor para o mês desde 2019. Em um cenário de investimento contido, a decisão entre adquirir ou locar equipamentos pode fazer parte das decisões de empresas do setor sobre seus custos operacionais, de acordo com o porte e a duração de cada obra. No atendimento de emergência, a Guerreiros Guinchos informa atuar na remoção de veículos e no socorro em rodovias, incluindo ocorrências com carga tombada.

Para Emerson, o cenário apresentado pela sondagem indica que os próximos meses devem exigir mais planejamento das empresas que dependem de movimentação de carga. "Com expectativas de atividade e de compras abaixo de 50 pontos, a tendência é que as obras sejam tocadas com orçamentos mais apertados e cronogramas mais ajustados. Isso aumenta a importância de ter o equipamento disponível no momento certo, sem ociosidade e sem improviso. Quem planeja a logística pesada com antecedência, considerando prazo, capacidade de carga e segurança da operação, tende a atravessar esse período com menos perdas", conclui.

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