Chapecó | 12.12.2016 | 17h18 Geral

Expectativa de vida da mulher é de 79 anos e do homem, de 71

Expectativa de vida do brasileiro ao nascer subiu para 75 anos, 5 meses e 26 dias.

Os homens conseguiram aumentar mais a sua expectativa de vida do que as mulheres em 2015, mas ainda vivem sete anos a menos do que elas.

A esperança de vida ao nascer, no Brasil, alcançou 75 anos, 5 meses e 26 dias, um aumento de 3 meses e 14 dias em relação a 2014 (75,2 anos).

Os dados foram divulgados na quinta-feira, 1º de dezembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.

Para a população masculina, o aumento foi de 3 meses e 22 dias: de 71 anos e seis anos para 71 anos e nove anos.

Já para as mulheres, o ganho foi de 3 meses e 4 dias: de 78 anos e 8 meses para 79 anos e 1 mês.

O resultado equivale a uma diferença de 18 dias entre no avanço computado entre os gêneros.

A taxa de mortalidade infantil (até 1 ano de idade) ficou em 13,8 para cada mil nascidos vivos, enquanto a taxa de mortalidade na infância (até 5 anos) foi de 16,1 por mil em 2015.

A Unidade da Federação com a maior expectativa de vida ao nascer foi Santa Catariana, de 78 anos e 7 meses, com a mais elevada esperança de vida tanto para os homens (75 anos e 4 meses) e quanto para as mulheres (82 anos e 1 mês).

No outro extremo, o Maranhão teve a menor expectativa de vida ao nascer para ambos os sexos, de 70 anos e 3 meses.

A mais baixa esperança de vida para os homens foi a de Alagoas, de 66 anos e 5 meses. Roraima teve a menor expectativa de vida para as mulheres, de 74 anos.

A maior diferença entre as expectativas de vida de homens e mulheres foi registrada em Alagoas, onde elas vivem 9,5 anos a mais do que os homens, seguido por Bahia (9 anos e 1 mês) e Sergipe (8 anos e 4 meses).

O IBGE informou ainda que, de 1940 a 2015, a esperança de vida ao nascer para ambos os sexos passou de 45,5 anos para 75,5 anos, um aumento de 30 anos.

No mesmo período, a taxa de mortalidade infantil caiu de 146,6 óbitos por mil nascidos vivos para 13,8 óbitos por mil, uma redução de 90,6%.

Fonte: JORNAL DA FRONTEIRA