Joinville | 23.10.2020 | 17h17 Polícia

Mulher é estuprada dentro de loja em SC

Um homem com idade entre 50 e 60 anos, alto, acima do peso, usando roupa social e mochila preta estuprou uma mulher de 24 anos que atendia em uma loja localizada na Rua João Colin, Centro de Joinville.

O crime aconteceu por volta das 13h30 desta quinta-feira (22).

A vítima acionou a Central Regional de Emergência (CRE) da Polícia Militar e uma guarnição foi imediatamente deslocada para o local. Quando os policiais chegaram, a mulher estava em choque, mas conseguiu informar detalhes do fato, confirmado pelas imagens de segurança do estabelecimento.

Além de ter abusado sexualmente da mulher, o homem furtou R$220 da loja, segundo relatou à Polícia Militar.

O homem teria permanecido uma hora dentro da loja e feito um ritual. Já a vítima estava sozinha no momento do crime.

Material genético do autor foi coletado e encaminhado para investigação na Delegacia de Proteção a Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami), em Joinville.

Muito abalada, a vítima foi conduzida pela ambulância do Samu ao Hospital Regional Hans Dieter Schmidt.

Logo após a ocorrência, as polícias Militar e Civil deflagraram rondas pela cidade para tentar localizar o criminoso. Todos os shoppings da cidade foram avisados sobre as características do homem.

HIPINOTIZADA
O delegado Pedro Alves, da Delegacia de Proteção a Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami), em Joinville, já está investigando a denúncia de estupro contra uma mulher de 24 anos, que atendia em uma loja, no centro de Joinville.

Segundo o delegado, neste momento, as informações ainda são superficiais. Apenas depois de ouvir a vítima, analisar as imagens das câmeras de segurança e periciar o material genético do homem nas roupas da mulher será possível concluir o que aconteceu dentro da loja.

O delegado também soube do relato de hipnose, mas voltou a dizer que ainda é cedo para cravar qualquer informação. Isto será apurado.

Se realmente foi confirmado o estupro e averiguado que a vítima não teve capacidade de resistência, o caso poderá ser enquadrado como estupro de vulnerável, com penas que variam entre 8 e 15 anos.

Em três anos na Dpcami, o delegado afirma nunca ter se deparado com um caso como este. “É bastante incomum.”

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Fonte: ND +